A igreja é uma instituição como outra, qualquer, o que a difere das demais instituições é que precisamos buscar ter e ser transparentes, pois, aquele “alguém’’ a quem devemos prestar contas de nossos atos é a Santíssima Trindade na figura viva do Pai * Filho e o Espírito Santo.
Em nossa igreja não é lugar para panelinhas, fofocas e plantar sementes de discórdia ou mostrar o novo corte de cabelo, ou o novo sapato, paletó, tailleur ou aquele perfume legítimo importado e fabricado no Paraguai e a disposição em todas as lojas e barraquinhas dos camelôs do ramo, situados na Rua 25 de março.
Em nossa igreja não é lugar para ir porque nosso time não vai jogar, ou para fugir daquele churrasco na casa do cunhado sem graça ou porque você não suporta mais o Faustão.
Em nossa igreja não é lugar aonde se vai para destilar venenos, caçar, amiguinhos, paqueras, namorados ou casinhos esporádicos e relacionamentos outros.
Em nossa igreja não é lugar para se ir porque não se tem o que fazer, ou porque não foi convidado para aquela festinha, ou porque perdeu o ônibus da excursão para Praia Grande ou para cobrar aquela continha que o irmão ou irmã lhe deve.
Aliás... Em nossa igreja não se pode ir para fofocar comentários maldosos e críticos sobre qualquer pessoa, pastores ou até ausência de limpeza ou aquela falta de cafezinho após culto.
Até porque sua predisposição em fazer parte do grupo de zeladores voluntários da limpeza, manutenção e instalações da igreja não existe, pois, você não estaria fazendo isso para aparecer para o pastor ou pastora e sim para prestar parte do culto ao único Deus.
E por citar em pastor e pastora é preciso - urgentemente – que todos nós compreendamos que eles - os pastores de nossa igreja – não são santos nem pessoas acima do bem ou do mal, são sim pecadores como nós.
Nossos pastores, não estão lá para serem endeusados ou sufocados por sentimentos de puxa-saquismo, idolatrias, ou melhor, amigo desse ou daquele fiel e sim para servir como instrumentos de Deus em nossas vidas. E que prestarão contas pelos seus atos, como qualquer membro, visitante ou convidado de sua e nossa igreja.
Para que sejamos verdadeiras ovelhas e filhos de Deus precisamos, após o culto, viver e passar aquilo que nos foi passado. Temos que nos envolver em, absolutamente, tudo aquilo que traz a bíblia.
A bíblia nos convoca e nos ensina a nos preocuparmos com: política, educação, solidariedade, construtivismo, e, principalmente alertar ao nosso próximo que ele deverá rever seus conceitos e credos, pois nosso silêncio poderá nos transformar em cúmplices calados, se alguma desgraça vier há acontecer na vida de nosso próximo.
O verdadeiro cristão tem que abandonar essa posição de conforto, pensando que cada um deve cuidar de sua vida. Até porque se Deus pensasse assim em relação a nós, como e que estaríamos.
Em resumo... Se você se enquadra em uma dessas situações acima citadas, procure gastar ou ganhar melhor seu tempo para: orar, jejuar e entregar sua vida para aqueles que precisam ter uma experiência com Deus.
Procure sorrir mais, ser mais leve, ser menos ranzinza, fofoqueiro (a) e perseguidor, procure curar-se desse ciúme, dessa inveja, dessa hipocrisia ou desse sentimento que te impede de sorrir, servir e ter uma verdadeira experiência com Deus.
Deus não aprova: julgadores, praticantes de heresia, acomodados em qualquer situação de vida, seja ela cristã ou secular, e, principalmente aquele que tenta envenenar o seu próximo com seu próprio veneno.
Se você tem qualquer diferença com seu ‘’ irmão ou irmã ’’ da igreja ou visinho, procure-o e acerte-se com ele, pois é isso que Deus faria. Até porque você poderá descobrir que seu - imperdoável - julgamento foi pela carne, leviano e impróprio.
Procure visitar um asilo, orfanato, presídio ou interceder junto a Deus para que aqueles que têm fome de alimento da carne e espiritual sejam alcançados através do instrumento, instrumento esse que você pode ser e se transformar.
Procure orar pelo seu inimigo, procure perdoar aqueles que lhe feriram ou lhe traíram para que Deus, também, possa fazer o mesmo por você, procure fazer diferença e ser reconhecido pela Santíssima Trindade como verdadeira (o) filho (a).
Veja e sinta o quanto você pode fazer enquanto cristão, e, com isso você estará refletindo e plantando, involuntariamente, na vida daqueles que te cercam o mesmo comportamento de transformação querido por Cristo.
O fato de sermos fracos e não perfeitos, e, por isso pecadores, não significa que não tenhamos que tentar – e muito – mudar esse comportamento.
Ajude a Deus, pois ele tem tantas responsabilidades para se preocupar, e, gostaria de ter de mim e de você, o filho ou a filha. Aquilo que todo pai gostaria de ter de seus filhos.
Há... Você é daqueles ou daquelas que – ainda – acreditam que Deus não precisa de ajuda? Mais um motivo para rever seus conceitos, ele realmente não precisa, porém, quando você se presta, voluntariamente, em ajudá-lo. Ele te presenteará com surpresas inesperadas e jamais imaginadas por você.
Pense nisso, caso você tenha dificuldade na compreensão desse texto, e, como vivê-lo ou praticá-lo, procure por seu pastor e confesse a ele sua fraqueza e seu desejo de mudança, pois, com certeza você estará fazendo ele feliz e Deus... Mais ainda.
Então... Será que Deus pode ou poderá contar com você como verdadeiro instrumento d’ele, em sua vida e principalmente na vida de seu próximo?




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