sábado, 23 de julho de 2011

QUE A *GUERRA* DO SENHOR ESTEJA CONVOSCO.

Se o título desse texto te trouxe certo desconforto ótimo, pois, foi essa a minha intenção. Deus verdadeiramente nos quer e nos criou para viver uma vida de paz, dando seu filho como prova – inconteste – dessa mesma paz querida e desejada.

E o que foi que nós, os homens, fizemos com essa paz?

Absolutamente nada, e o pior, nos dividimos em: placas religiosas, seitas, umbrais, igrejas interdenominacionais, centros espíritas de umbanda, quimbanda, candomblé, afros outras, nova era e pasmem até de satanismo.

Países querendo invadir e tomar o outro para escravizar seus habitantes e dimensionar, ainda mais, seus poderes de mando, territoriais e bélicos isso em nome de uma prepotência maquiavélica e satânica.

Maximizamos nossos sentimentos inescrupulosos de inveja, ciúmes, arrogância, ganância, traição, absolutismo, imorais, patéticos, de desamor, e, outros sentimentos irreveláveis.

Nossas ausências de construtivismo, de amor, solidariedade, de cuidado com o próximo, de verdadeira amizade e entrega, pelo e para o outro, é nítida e indefensável.

O homem descobriu que em nome de um falso Deus, o mesmo, pode arregimentar verdadeiras fortunas, transformando esse único Deus, em moeda de troca, onde aquele que paga mais por um milagre recebe um milagre maior.

E ainda ameaçando aos incautos e ingênuos seguidores e fiéis que aqueles que não contribuírem com carnezinhos, trízimos, aquisição de tv’s por assinatura e doação até de suas próprias casas, automóveis e bens patrimoniais. Não herdarão o reino dos céus.




Se Deus nos deu seu próprio filho, Jesus Cristo, para que tivéssemos, nele, uma vida plena em abundância pela obediência a sua verdadeira promessa e legado. Como podemos acreditar em prova de sacrifício e amor maior?

Nós levantamos, vivemos e dormimos pensando em nossas próprias vidas e de nossas famílias, pedindo para que Deus nos abençoe nos proteja, nos dê mais e mais.

Nós somos e ensinamos nossos filhos a ter mais que o outro, a levar vantagem sobre o outro, nós não aprendemos a exercer uma das maiores e vitais forças do reflexo do amor universal... A gratidão.

Nosso compromisso de fidelidade com Deus é de uma hora e meia, por semana, e isso se não chover, não fazer frio, não tiver nenhuma visita ou festinha para ir e se nosso Corinthians, Palmeiras, Santos ou São Paulo, não estiverem jogando.

Nosso compromisso de fidelidade com Deus está na leitura da bíblia e nunca em totalidade, busca de compreensão, conteúdo e grandeza, e, na sua prática, e, mesmo assim na maioria das vezes nas promessas do livro de João 10 quando se revela Deus como aquele que soluciona todos os nossos desconfortos e problemas.

Nosso compromisso de fidelidade com Deus, na figura existencial da santíssima trindade, Pai, Jesus Cristo o filho e Espírito Santo, dura até quando nosso pastor ou pastora se entrega atravez de: oração, intercessão, jejum, libertação e expulsão de demônios.

E com todos esses comportamentos - ainda –reclamamos que Deus não se faz presente em nossas vidas.

Em resumo... Só podemos ter a verdadeira Paz do Senhor quando passarmos pela guerra, a guerra que vai destruir nosso antigo eu para termos e vivermos a plenitude dessa maravilhosa santíssima trindade. E isso com o único sentimento que nos é pedido... A intimidade com Jesus Cristo !!!




Cecél Garcia




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.